Acadêmico contribui para protocolo de atendimento de vítimas de violência em Foz

       Em 2016, foi lançado pelo Ministério Público em parceria com a Prefeitura de Foz, um protocolo de atendimento à criança e ao adolescente vítima de violência, em formato de cartilha, que está sendo distribuído gratuitamente. O enfrentamento à violência contra esse público ganhou um novo mecanismo de atendimento, possibilitando ações mais fortes e efetivas.
O diferencial desse material é a participação do acadêmico Anderson Henrique Carboni, do 8º Período de Serviço Social da Uniamérica, que contribuiu, enquanto estagiário de Serviço Social no Ministério Público, nas revisões dos textos, indicação de tópicos e principalmente nas ilustrações do material. “Dentro deste processo, estive acompanhando a Adriéli Volpato Craveiro e a Francielle Toscan Bogado, ambas Assistentes Sociais do município e minhas coordenadoras de campo, que estiveram à frente da organização, coordenação e implantação do projeto”, destaca Anderson.
O desenho da capa ilustrado por ele, se tornou um símbolo da proteção de crianças e adolescentes. “O conceito da capa foi criado com o objetivo de retratar a proteção do mundo da criança e do adolescente por meio do trabalho profissional em rede. As demais ilustrações são representações do amadurecimento e a formação de personalidade, que distingue a adolescência da infância”, esclarece o acadêmico.
A falta de protocolos de atendimentos acabava ocasionando em situações crônicas de violência, que chegavam até o Ministério Público, com um grande grau de complexidade. Com o objetivo de mudar esta realidade, o MO e Prefeitura começaram a articular com os profissionais da rede socioassistencial de Foz do Iguaçu (CREAS, CRAS, Colégios Estaduais e Municipais, Unidades de Saúde em geral, terceiro setor), um protocolo específico que padronizasse os fluxos de atendimento.
Em decorrência disso, o acadêmico está baseando sua pesquisa de TCC, no primeiro impacto que a implementação desse protocolo trouxe para os atendimentos da rede, sendo que os primeiros resultados, das melhorias e das eventuais dificuldades estarão descritas nesta pesquisa.
O protocolo ainda é um projeto recente, sendo impresso até o momento 3 mil cópias distribuídas gratuitamente, disponibilizado em PDF no link: http://www.mppr.mp.br/arquivos/File/imprensa/2017/Cartilha_ProtocolodeAtendimento_Foz.pdf

Matéria RPC: http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-1edicao/videos/t/foz-do-iguacu/v/os-casos-mais-frequentes-de-abuso-sexual-infantil-ocorrem-dentro-de-casa/6231562/

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