A importância de integrar teoria e prática na educação superior

A importância de integrar teoria e prática na educação superior

Desde o Ensino Fundamental nós ouvimos e aprendemos sobre a importância de como trabalhar bem a teoria e prática na educação. Muitos dos exemplos e situações vistos em livros são também replicados em sala de aula, o que nos ajuda tanto na memorização como fortalece o aprendizado dos conceitos apresentados pelos professores. Apesar das diferenças de conceito entre os cursos e de idades entre os estudantes, estas exemplificações seguem iguais também nos cursos superiores.

Entretanto, como ter certeza que os casos teóricos são próximos da realidade do mercado de trabalho? Como aproximar a prática da vida profissional com as aulas da faculdade? Mesmo com tantos exemplos reais, muita gente ainda tem dúvidas sobre o que é teoria e prática e como esta integração pode ser importante, principalmente nos cursos de graduação. Vamos entender um pouco melhor este cenário a partir de um exemplo… prático!

O que é teoria e prática? Vamos a um exemplo!

Baseada em casos de sucesso de outras instituições de ensino superior no mundo, a Uniamérica implantou metodologias de aprendizagem que mudam antigos conceitos de teoria e prática na educação. Na universidade, a prática começa desde o primeiro dia de aula e caminha sempre alinhada aos conceitos teóricos.

Por exemplo: um aluno de Biologia está estudando a estrutura celular. Ele pode ler livros e mais livros, saber de cor todos os componentes da célula, mas, caso precise identificar cada um desses componentes em uma célula real, viva, pode ter dificuldades, já que os livros trazem apenas a teoria.

Por outro lado, com acesso a laboratórios de citologia, ele tem a oportunidade de confrontar o conhecimento teórico com a prática, olhando diretamente para uma célula no microscópio.

Esta metodologia de abordar diretamente teoria e prática na sala de aula tem benefícios futuros importantes: todos os conteúdos trabalhados com os alunos são os mesmos que eles utilizarão em suas carreiras profissionais, após a graduação.

Conhecendo desde cedo todas as situações futuras (e reais) enfrentadas no mercado de trabalho, os estudantes podem aplicar seus conhecimentos e habilidades desde o primeiro dia como profissionais.

O preparo para a atividade profissional torna-se mais completa e o egresso de uma graduação que alia teoria e prática em sala de aula fica mais seguro em suas decisões.

Estrutura e matriz curricular alinhadas

Assim como no mercado de trabalho, os conhecimentos não são isolados. Cada problema estudado pelos alunos pode ser visto sob diferentes óticas e receber contribuições de áreas distintas do saber. É desta maneira que aprendemos a “pensar fora da caixa”.

O que acontece, normalmente, é termos acesso a soluções padronizadas, quando, na verdade, deveríamos estar criando conhecimento em conjunto na universidade, a fim de inovar e transformar o mercado. E só se cria conhecimento colocando teorias em prática, validando seus conceitos ou provando que eles não se aplicam.

Foi desta maneira que Thomas Edison inventou a lâmpada e Albert Einstein chegou à sua Teoria da Relatividade: aplicando o conhecimento teórico e comprovando se dava certo ou não. Tanto é que uma das frases mais célebres de Thomas Edison é: “Eu não falhei, encontrei 10 mil soluções que não davam certo.”

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